O que são as Pastorais Sociais?
Seguindo o caminho de Cristo, são uma expressão viva do amor preferencial de Deus pelos humildes e pobres, uma presença da Justiça do Reino na sociedade e na história.. Fiel à missão que recebeu de Cristo, a Igreja traz aos pobres a Boa Nova do Evangelho e sua força transformadora. As pastorais sociais são, portanto, uma dimensão constitutiva da Igreja. “A natureza intima da Igreja exprime-se num tríplice dever:
Anúncio da Palavra de Deus (kerigma-martyria); Celebração dos sacramentos (liturgia); Serviço da caridade (diakonia). São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros”. (Deus caritas est, n 25) A diversidade das pastorais sociais é uma riqueza para a Igreja. Importa que sejam bem articuladas entre elas, ligadas a outras pastorais da Palavra ou dos Sacramentos, para formar uma pastoral de conjunto ao serviço do anuncio do Evangelho. É vital também a articulação com outros movimentos e organizações da sociedade, partilhando os mesmos objetivos e valores, em defesa da vida, da dignidade e dos direitos de todos. A abertura à sociedade, com as suas contradições e conflitos, é uma condição da sua vitalidade evangélica.
As pastorais sociais se organizam a parir da base. Nascem da iniciativa de alguns cristãos/ãs nas suas comunidades ou paróquias. Aos poucos, elas se ampliam e se fortalecem nas dioceses, nos regionais da CNBB e a nível nacional. No Brasil, a Campanha da Fraternidade é semente de muitas ações organizadas e articuladas, que pelo compromisso das comunidades se transformaram em Pastorais Sociais.
Voz profética do Reino de Deus, as pastorais sociais questionam as estruturas injustas da sociedade. São o sal na construção duma nova sociedade fundamentada na paz, na justiça e no amor de Cristo sempre vivo entre nós. As pastorais Sociais trazem uma abertura e compreensão da sociedade essencial para o trabalho pastoral missionário de toda a Igreja. Elas são um tesouro que deve ser recebido e cuidado como um dom de Deus à sua Igreja.
A Organização das Pastorais Sociais na CNBB
A organização pastoral da CNBB é formada por 10 Comissões Episcopais (de Pastoral). As Pastorais Sociais situam-se na Comissão para o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz. Elas têm, no serviço, a sua exigência evangelizadora predominante.
Em nível nacional, a Comissão para o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz, reúne sob sua articulação doze Pastorais, seis Organismos e o Setor das Pastorais da Mobilidade Humana que integra sete pastorais.
A missão específica das Pastorais Sociais é conduzida de forma bastante autônoma pelas equipes de coordenação e de secretariado nacionais, regionais e diocesanas. Baseada nos princípios da comunhão, solidariedade e subsidiariedade, a autonomia estende-se também à responsabilidade do auto-sustento das atividades, que contam um número significativo de voluntários.
A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, procura, junto às coordenações nacionais e regionais, aprofundar a reflexão sobre a missão específica das Pastorais Sociais, diante dos sinais dos tempos. A metodologia de suas ações busca fortalecer a identidade das Pastorais Sociais, a organização do trabalho social na Igreja e o diálogo com a sociedade.
FONTE: http://www.cnbb.org.br/
Pastorais que estão incseridas na comissão
- Início
- Pastoral da Sobriedade
- Oficina de Emoções
- Pastoral da Criança
- Pastoral da Saúde
- Pastoral Carcerária
- Pastoral da Pessoa Idosa
- Comissão Pastoral dos Pescadores
- Pastoral da AIDS
- Movimento Pró-Criança
- Pastoral do Menor - PAMEN
- Pastoral do Povo de Rua - PPR
- Pastoral dos Surdos
- Sociedade São Vicente de Paulo
- Fundação Perrone
- FINALIDADE DA COMISSÃO
- MISSÃO
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Nota da CNBB na proximidade das eleições
P. nº 0762/10
Nota da CNBB na proximidade das eleições
Constantes interpelações têm chegado à Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil-CNBB a respeito de seu posicionamento em relação às eleições do próximo
dia 3 de outubro.
Falam em nome da CNBB somente a Assembleia Geral, o Conselho
Permanente e a Presidência. O único pronunciamento oficial da CNBB sobre as
eleições/2010 é a Declaração sobre o Momento Político Nacional, aprovada pela 48ª
Assembleia Geral da CNBB, deste ano, cujo conteúdo permanece como orientação
neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País.
Nessa Declaração, a CNBB, em consonância com sua missão histórica, mantém
a tradição de apresentar princípios éticos, morais e cristãos fundamentais para ajudar
os eleitores no discernimento do seu voto visando à consolidação da democracia
entre nós.
Reafirmamos, portanto, o que diz a Declaração: “A campanha eleitoral é
oportunidade para empenho de todos na reflexão sobre o que precisa ser levado
adiante com responsabilidade e o que deve ser modificado, em vista de um Projeto
Nacional com participação popular.
Por isso, incentivamos a que todos participem e expressem, através do voto
ético, esclarecido e consciente, a sua cidadania nas próximas eleições, superando
possíveis desencantos com a política, procurando eleger pessoas comprometidas com
o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana.
Em particular, encorajamos os leigos e as leigas da nossa Igreja a que assumam
ativamente seu papel de cidadãos colaborando na construção de um País melhor para
todos.Confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, invocamos as bênçãos
de Deus para todo o Povo Brasileiro”.
Brasília, 16 de setembro de 2010
Arcebispo de Mariana – MG
Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
SE/Sul - Q. 801 - Conj. “B” - CEP 70200-014 - Caixa Postal 02067 - CEP 70259-970 - Brasília-DF - Brasil - Fone: (61) 2103-8300/2103-8200 - Fax: (61) 2103-8303
E-mail: secgeral@cnbb.org.br — Site: www.cnbb.org.br
terça-feira, 7 de setembro de 2010
História do Grito dos Excluídos
Marcas do Grito
O Grito trouxe inovações à mobilização social. A Criatividade, a Metodologia e o Protagonismo dos Excluídos são marcas do Grito.
Metodologia
O Grito privilegia a participação ampla, aberta e plural. Os mais diferentes atores e sujeitos sociais se unem numa causa comum, sem deixar de lado sua especificidade.
Criatividade/ Ousadia
O Grito tem, a cada ano, um lema nacional, que pode ser trabalhado regionalmente, a partir da conjuntura e da cultura local. As manifestações são múltiplas e variadas, de acordo com a criatividade dos envolvidos: caminhadas, desfiles, celebrações especiais, romarias, atos públicos, procissão, pré-Gritos, cursos, seminários, palestras…
Protagonismo dos Excluídos
É fundamental que os próprios excluídos assumam a direção do Grito em todas as fases – preparação, realização e continuidade, o que ainda é um horizonte a ser alcançado.
Parcerias
O Grito foi concebido para ser um processo de construção coletiva, neste mutirão estão juntos Pastorais Sociais, Semana Social Brasileira,Movimentos Populares, sociais e sindical, Campanha Jubileu, Grito Continental, Igrejas, Mutirão contra a Miséria e a Fome.
Por que o 7 de setembro
Desde 1995, o Grito dos Excluídos realiza-se no dia 7 de setembro. É o dia da comemoração da independência do Brasil. Nada melhor do que esta data para refletir sobre a soberania nacional, que é o eixo central das mobilizações do Grito.
Nesta perspectiva, o Grito se propõe a superar um patriotismo passivo em vista de uma cidadania ativa e de participação, colaborando na construção de uma nova sociedade, justa, solidária, plural e fraterna.
O Dia da Pátria, além de um dia de festa e celebração, vai se tornando também em um dia de consciência política de luta por uma nova ordem nacional e mundial. É um dia de sair às ruas, comemorar, refletir, reivindicar e lutar.
O Grito é um processo, que compreende um tempo de preparação e pré-mobilização, seguido de compromissos concretos que dão continuidade às atividades.
Estrutura organizativa
O Grito dos Excluídos conta com uma coordenação nacional, coordenações estaduais, e locais e uma secretaria nacional, que está encarregada de facilitar os trabalhos de articulação e animação. Mas com certeza o diferencial é a rede de articuladores(as) voluntários(as) espalhados em todos os estados, que ajuda animar o processo de construção do Grito.
Dica
Para a participação efetiva dos excluídos, as manifestações do Grito devem priorizar a simbologia, a criatividade e a mística. As imagens falam mais que textos e discursos. A linguagem simbólica deve ser priorizada a linguagem escrita e discursiva.
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
domingo, 5 de setembro de 2010
História do Grito dos Excluídos
Por que 7 de setembro?
Desde 1995 foi escolhido o dia 7 de setembro para as manifestações do Grito dos Excluídos. A idéia era aproveitar o Dia da Pátria para mostrar que não basta uma independência politicamente formal. A verdadeira independência passa pela soberania da nação. Um país soberano costura laços internacionais e implementa políticas públicas de forma autônoma e livre, não sob o constrangimento da dívida externa, por exemplo. Relações economicamente solidárias e justiça social são dois requisitos indispensáveis para uma verdadeira independência.
Nada melhor que o dia 7 de setembro para refletir sobre a soberania nacional. É esse o eixo central das mobilizações em torno do Grito. A proposta é trazer o povo das arquibancadas para a rua. Ao invés de um patriotismo passivo, que se limita a assistir o desfile de armas, soldados e escolares, o Grito propõe um patriotismo ativo, disposto a pôr a nu os problemas do país e debater seriamente seu destino. É um momento oportuno para o exercício da verdadeira cidadania.
Quais as principais lições do Grito dos Excluídos?
Chamamos a atenção para sua abertura a todos aqueles que se propõem defender a causa das populações deixadas à margem da história e da vida. O Grito não tem dono: embora nascido no contexto da Igreja, é uma iniciativa levada adiante por várias forças da sociedade civil organizada. A organização e os debates privilegiam o diálogo plural, ecumênico e democrático. O Grito abriu caminho para uma série de parcerias em que diferentes atores sociais trabalham em conjunto, o que ajuda a superar o isolamento, o corporativismo e a fragmentação de esforços.
A seguir, convém ressaltar a criatividade que o Grito possibilita. Apesar de contar com uma coordenação nacional e com determinados eixos centrais para a temática de cada ano, a organização permanece aberta à iniciativa própria das diversas regiões e localidades. Deste modo, o tema geral se enriquece com a contribuição de temas específicos, o que torna as manifestações mais ricas e coloridas. Foi assim que, em 1999, o Grito ultrapassou as fronteiras do Brasil e é realizado em vários países das Américas, surgindo el Grito Continental Por Trabajo, Justicia y Vida.
Vale sublinhar, ainda, a metodologia e a linguagem adotada pelos organizadores do Grito, que chamamos Articuladores que são elo entre a Secretaria Nacional e os Estados, o papel é fundamental para construção do grito por todos os cantos do Brasil. Privilegia-se não tanto a comunicação verbal, abstrata ou conceitual, mas o gesto, a coreografia, a ação, a simbologia. Os manifestantes gritam não apenas com a voz, mas, sobretudo com as mãos e o corpo. Quanto à metodologia, ganha especial destaque a participação popular. Aqui há limites que o Grito ainda precisa superar: como passar de um grito para os excluídos a um grito dos excluídos? Em outras palavras, como fazer com que os próprios excluídos organize as atividades e tomem as decisões? Esse tem sido o grande desafio de seus dez anos.
Por fim, nos anos de 2000 e 2002, o Grito foi realizado em conjunto com dois plebiscitos populares, o primeiro sobre a dívida externa e o segundo sobre a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). Foram iniciativas das mais bem sucedidas em termos de participação popular. Envolveram mais de 120 mil agentes, militantes e lideranças, ocorreram em todos os estados e em mais de 3 mil municípios e levaram às urnas, respectivamente, acima de 6 e de 10 milhões de votantes. Em 2007, no dia 07 de semtembro, irá ser realizado em conjunto com o Plebiscito pela Anulação do Leilão de privatização da Companhia Vale do Rio Doce, a Vale foi privatizada em maio de 1997, ou seja, vendida por R$ 3,3 bilhões, o lucro de 2005 foi de R$ 12,5 bilhões de reais. Tais consultas populares contribuem para o exercício concreto da democracia.
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
sábado, 4 de setembro de 2010
História do Grito dos Excluídos
Como nasceu e quem promove o Grito dos Excluídos?
O Grito nasceu de duas fontes distintas, mas, complementares. De um lado, teve origem no Setor Pastoral Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), como uma forma de dar continuidade à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo lema – Eras tu, Senhor – abordava o tema Fraternidade e Excluídos.
De outro lado, brotou da necessidade de concretizar os debates da 2ª Semana Social Brasileira, realizada nos anos de 1993 e 1994, com o tema Brasil, alternativas e protagonistas. Ou seja, o Grito é promovido pela Pastoral Social da Igreja Católica, mas, desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), aos movimentos sociais, entidades e organizações.
Nos dois casos, podemos afirmar que a iniciativa não é propriamente criada, mas descoberta, uma vez que os agentes e lideranças apenas abrem um canal para que o Grito sufocado venha a público. A bem dizer o Grito brota do chão e encontra em seus organizadores suficiente sensibilidade para dar-lhe forma e visibilidade.
Por que Grito dos Excluídos?
O pressuposto básico do Grito é o contexto de aprofundamento do modelo neoliberal como resposta à crise generalizada a partir dos anos 70 e que se agrava nas décadas seguintes. A economia capitalista globalizada, a precarização das relações de trabalho e a guerra por novos mercados geram massas excluídas por todo o mundo, especialmente nos países periféricos.
Os movimentos sociais reagem. No Brasil, as Igrejas cristãs juntamente com outros parceiros promovem na década de 90 as Semanas Sociais. Cresce a consciência das causas e efeitos da exclusão social, como o desemprego, a miséria e a violência, entre outros. O fruto amadurece e nasce o Grito dos Excluídos. Trata-se de uma forma criativa de levar às ruas, praças e campos o protesto contra esse estado de coisas. Os diversos atores sociais se dão conta de que é necessário e urgente dar visibilidade sócio-política à indignação que fermenta nos porões da sociedade, os excluídos/as. Se o mercado tem o direito de dobrar as autoridades políticas com seu “nervosismo”, os setores marginalizados da população também podem e devem tornar pública sua condição de excluídos.
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
História do Grito dos Excluídos
O que é
O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
O Grito dos Excluídos, como indica a própria expressão, constitui-se numa mobilização com três sentidos:
Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;
Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;
Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.
O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.
As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.
Para iniciarmos a apresentação, se faz necessário dizer o que é o Grito dos Excluídos
O Grito dos Excluídos é uma iniciativa que se compõe de uma série de eventos e mobilizações que se realizam ao redor da Semana da Pátria, ou seja, de 01 a 06 finalizando-se no dia 07 de setembro, ou um pouco antes, isso depende da realidade local. Não se trata exatamente de um movimento, uma campanha ou uma organização, mas de um espaço de convergência em que vários atores sociais que se juntam para protestar e propor caminhos novos. As principais manifestações ocorrem no Dia da Independência, pois seu eixo fundamental gira em torno da soberania nacional. O objetivo é transformar uma participação passiva, nas comemorações dessa data, em uma cidadania consciente e ativa por parte da população.
Contudo o Grito dos Excluídos não se limita nas ações do dia 07 de setembro. De ponta a ponta do país, podemos subdividir as atividades em um antes, um durante e um depois. Um antes, se nos atemos às reuniões da coordenação nacional, ao encontro dos articuladores, à preparação do material, à divulgação e organização e a uma série de eventos que se destinam à preparação dos agentes e lideranças; um durante quando as ruas e praças das principais cidades do Brasil, com destaque para o Santuário de Aparecida, em São Paulo, onde o Grito e Romaria dos Trabalhadores fazem uma grande parceria. Essas manifestações se enchem de manifestantes, de gritos e de utopia; um depois, no sentido de avaliar e garantir a continuidade das ações, numa espécie de fio condutor que une num único processo os Gritos realizados nesses rincões afora dede grande Brasil.
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
FONTE: http://www.gritodosexcluidos.org/
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Arquidiocese de Olinda e Recife
Dom Fernando Saburido, OSB vai ao Grito dos Excluídos
Comissão Arquidicesana de Pastoral para o serviço da caridade, da justiça e da Paz.
Convite
Dom Fernando Saburido, OSB vai ao Grito dos Excluídos
A 16ª edição do Grito dos Excluídos no Recife, marcado para 7 de setembro (próxima terça-feira), terá a presença de dom Antônio Fernando Saburido. O líder da igreja católica em 19 municípios do Estado estará na concentração, na Praça Oswaldo Cruz, ás 9h, na Boa Vista, e cumprirá uma parte do percurso, que seguirá pela Avenida Conde da Boa Vista até o Pátio do Carmo, no Centro da capital. Dom Fernando convida todas as liderenças católicas para participaram deste ato público em defesa da VIDA. “A igreja tem que ser solidária e ter sensibilidade com os problemas sociais”, argumentou o arcebispo. SUA PRESENÇA IRÁ FAZER A DIFERENÇA! CONTAMOS COM VOCÊ! AJUDE NA DIVULGAÇÃO
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