quarta-feira, 3 de julho de 2013

“O que quer dizer ‘Povo de Deus’”? – Papa Francisco

Catequese do Papa Francisco na Audiência Geral dessa quarta-feira.

ROMA, 12 de Junho de 2013 (Zenit.org) – Publicamos a seguir a catequese do Papa Franscisco durante a Audiência Geral da Quarta-feira, na Praça de São Pedro:
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Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje gostaria de concentrar-me brevemente sobre um dos termos com o qual o Concílio Vaticano II definiu a Igreja, aquele do “Povo de Deus” (cfr. Const. Dog. Lumen Gentium, 9; Catecismo da Igreja Católica, 782). E o faço com algumas perguntas, sobre as quais cada um poderá refletir.
1. O que significa dizer ser “Povo de Deus”? Antes de tudo quer dizer que Deus não pertence propriamente a algum povo; porque Ele nos chama, convoca-nos, convida-nos a fazer parte do seu povo, e este convite é dirigido a todos, sem distinção, porque a misericórdia de Deus “quer a salvação para todos” (1 Tm 2, 4). Jesus não diz aos Apóstolos e a nós para formarmos um grupo exclusivo, um grupo de elite. Jesus diz: ide e fazei discípulos todos os povos (cfr Mt 28, 19). São Paulo afirma que no povo de Deus, na Igreja, “não há judeu nem grego… pois todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gal 3, 28). Gostaria de dizer também a quem se sente distante de Deus e da Igreja, a quem está temeroso ou indiferente, a quem pensa não poder mais mudar: o Senhor chama também você a fazer parte do seu povo e o faz com grande respeito e amor! Ele nos convida a fazer parte deste povo, povo de Deus.
2. Como tornar-se membros deste povo? Não é através do nascimento físico, mas através de um novo nascimento. No Evangelho, Jesus diz a Nicodemos que é preciso nascer do alto, da água e do Espírito para entrar no Reino de Deus (cfr Jo 3, 3-5). É através do Batismo que nós somos introduzidos neste povo, através da fé em Cristo, dom de Deus que deve ser alimentado e crescer em toda a nossa vida. Perguntamo-nos: como faço crescer a fé que recebi no Batismo? Como faço crescer esta fé que eu recebi e que o povo de Deus possui?
3. Outra pergunta. Qual é a lei do Povo de Deus? É a lei do amor, amor a Deus e amor ao próximo segundo o mandamento novo que nos deixou o Senhor (cfr Jo 13, 34). Um amor, porém, que não é estéril sentimentalismo ou algo vago, mas que é o reconhecer Deus como único Senhor da vida e, ao mesmo tempo, acolher o outro como verdadeiro irmão, superando divisões, rivalidades, incompreensões, egoísmos; as duas coisas andam juntas. Quanto caminho temos ainda a percorrer para viver concretamente esta nova lei, aquela do Espírito Santo que age em nós, aquela da caridade, do amor! Quando nós olhamos para os jornais ou para a televisão tantas guerras entre cristãos, mas como pode acontecer isso? Dentro do povo de Deus, quantas guerras! Nos bairros, nos locais de trabalho, quantas guerras por inveja, ciúmes! Mesmo na própria família, quantas guerras internas! Nós precisamos pedir ao Senhor que nos faça entender bem esta lei do amor. Quanto é belo amar-nos uns aos outros como verdadeiros irmãos. Como é belo! Façamos uma coisa hoje. Talvez todos tenhamos simpatias e antipatias; talvez tantos de nós estamos um pouco irritados com alguém; então digamos ao Senhor: Senhor, eu estou irritado com esta pessoa ou com esta; eu rezo ao Senhor por ele e por ela. Rezar por aqueles com os quais estamos irritados é um belo passo nesta lei do amor. Vamos fazer isso? Façamos isso hoje!
4. Que missão tem este povo? Aquela de levar ao mundo a esperança e a salvação de Deus: ser sinal do amor de Deus que chama todos à amizade com Ele; ser fermento que faz fermentar a massa, sal que dá o sabor e que preserva da corrupção, ser uma luz que ilumina. Ao nosso redor, basta abrir um jornal – como disse – e vemos que a presença do mal existe, o Diabo age. Mas gostaria de dizer em voz alta: Deus é mais forte! Vocês acreditam nisso: que Deus é mais forte? Mas o digamos juntos, digamos juntos todos: Deus é mais forte! E sabem por que é mais forte? Porque Ele é o Senhor, o único Senhor. E gostaria de acrescentar que a realidade às vezes escura, marcada pelo mal, pode mudar, se nós primeiro levamos a luz do Evangelho sobretudo com a nossa vida. Se em um estádio, pensemos aqui em Roma no Olímpico, ou naquele de São Lourenço em Buenos Aires, em uma noite escura, uma pessoa acende uma luz, será apenas uma entrevista, mas se os outros setenta mil expectadores acendem cada um a própria luz, o estádio se ilumina.  Façamos que a nossa vida seja uma luz de Cristo; juntos levaremos a luz do Evangelho a toda a realidade.
5. Qual é a finalidade deste povo? A finalidade é o Reino de Deus, iniciado na terra pelo próprio Deus e que deve ser ampliado até a conclusão, até a segunda vinda de Cristo, vida nossa (cfr Lumen gentium, 9). A finalidade então é a comunhão plena com o Senhor, a familiaridade com o Senhor, entrar na sua própria vida divina, onde viveremos a alegria do seu amor sem medidas, uma alegria plena.
Queridos irmãos e irmãs, ser Igreja, ser Povo de Deus, segundo o grande desígnio do amor do Pai, quer dizer ser o fermento de Deus nesta nossa humanidade, quer dizer anunciar e levar a salvação de Deus neste nosso mundo, que muitas vezes está perdido, necessitado de ter respostas que encorajem, que dêem esperança, que dêem novo vigor no caminho. A Igreja seja lugar da misericórdia e da esperança de Deus, onde cada um possa sentir-se acolhido, amado, perdoado, encorajado a viver segundo a vida boa do Evangelho. E para fazer o outro sentir-se acolhido, amado, perdoado, encorajado, a Igreja deve estar com as portas abertas, para que todos possam entrar. E nós devemos sair destas portas e anunciar o Evangelho.
Tradução Jéssica Marçal / Canção Nova

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CAMPANHA M2M

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral do Estado de São Paulo (MCCE/SP) lança no dia 22 de junho próximo a campanha M2M, Máximo Dois Mandatos.
             A ideia é colher um grande número de assinaturas para pressionar o Congresso Nacional a aprovar emenda à Constituição proibindo parlamentares que já exerceram dois mandatos consecutivos de se candidatarem mais uma vez.
             Atualmente, a possibilidade de reeleição de parlamentares – vereadores, deputados estaduais e federais e senadores – é ilimitada. 
             O atual sistema favorece a perpetuação do político no cargo e gera políticos profissionais. “A representação política deve ser para fiscalização dos executivos, melhora na qualidade de vida do cidadão e solução dos problemas do cotidiano através da alteração e propositura de leis que melhor se adequem à atualidade e não uma profissão ou carreira que não respeita a alternância no poder”, afirma Luciano Santos, do MCCE-SP.
 Atualmente, os parlamentares tendem a ser, em sua maioria, acometidos da chamada “síndrome da reeleição”: mais propensos a favorecer os interesses dos grandes financiadores de campanha do que a trabalhar pelo bem comum do povo.  “Eles usam a máquina do estado para garantir sua reeleição em detrimento da igualdade de condições dos outros candidatos que buscam participar do processo eleitoral e disputam em desvantagem”, diz Santos.
             Para arejar os Parlamentos, o MCCE/SP propõe que os parlamentares só possam se candidatar uma vez mais ao mesmo cargo, na mesma Casa Legislativa – só possam exercer no máximo dois mandatos consecutivos.
             Outros países adotam essa limitação: México, Costa Rica e pelo menos sete Estados norte-americanos, entre eles Califórnia e Flórida. 
             O MCCE/SP protagonizou as campanhas pela aprovação da Lei da Compra de Votos, de 1999, e pela Lei da Ficha Limpa, de 2010.
             O evento de lançamento da campanha será no dia 22 de junho, sábado, no Espaço Plínio Marcos, na Praça Benedito Calixto, das 14h às 15h30. 
             As assinaturas já estão sendo colhidas nos sites Avaaz e Change.Org. É possível também obter a folha impressa para assinatura no blog http://mccesaopaulo.blogspot.com.br.
 
 
Pastoral Fé e Política
Arquidiocese de São Paulo
A partir de Jesus Cristo em busca do bem comum
 
* Caso não queira mais receber os nossos informes, por favor, responda esse email com o assunto “Remover meu email da Lista de contatos”.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Arquidiocese se unirá ao papa em adoração ao Santíssimo Sacramento no domingo

Em celebração pelo Ano da Fé, o papa Francisco convocou toda a Igreja para adoração ao Santíssimo Sacramento no próximo domingo, 02 de junho. O Pontífice rezará durante uma hora na Basílica de São Pedro a partir das 17h horário local (12h no horário de Brasília).
O comunicado solicita que o mesmo seja feito em todas as catedrais e igrejas do mundo. A adoração a Jesus Sacramentado deve ocorrer em sincronia com o Santo Padre em Roma.
Acesse o site oficial do ANO DA FÉ
http://www.annusfidei.va

Os bispos receberam carta da Cúria Romana convidando-os a promoverem o evento em suas Igrejas Locais. A iniciativa é organizada pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. A data foi escolhida por conta da celebração da Solenidade de Corpus Christi em favor de alguns países onde a primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade, quando se celebra no calendário litúrgico a Solenidade, não é feriado.
No Brasil, onde Corpus Christi celebra-se no dia 30 de maio, as celebrações devem ocorrer normalmente pelas dioceses do país no feriado, realizando-se a hora de adoração no domingo como deseja o Santo Padre.
O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, enviou carta aos padres da arquidiocese recomendando que o momento de oração seja feito também nas paróquias. “Peço que em todas as igrejas matrizes, no próximo dia 02 de junho, das 12 às 13 horas, seja promovida uma hora de adoração eucarística, com a participação do povo de Deus, que terá, como nós, a maior alegria de estar com o Senhor e pedir-lhe pelo Papa Francisco e toda a Igreja”, solicitou.
Clique no link e acesse a Carta enviada por Dom Fernando Saburido aos padres
CARTA – Adoração Eucarística (02.06.13) 

Dom Fernando presidirá a adoração na Capela Nossa Senhora da Conceição, na Rádio Olinda, localizada no bairro Santa Teresa.

Da Assessoria de Comunicação AOR com Portal Ecclesia

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Setor elétrico: reclamar melhora o serviço?

Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco

Segundo o mais recente relatório da Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o número de reclamações de consumidores é o maior já registrado desde 2005, ano de criação da Ouvidoria. Lembrando que a responsabilidade pelo controle da qualidade do serviço de distribuição é do orgão regulador que, a princípio, conta com instrumentos que tanto pode penalizar como premiar as distribuidoras.

Dentre as principais queixas, a que se refere a interrupção no fornecimento de energia, esta dobrou em 2012, em relação a 2011. O que mostra claramente a ineficiência e a piora das concessionárias no atendimento e na qualidade dos serviços prestados a seus clientes.

Sem dúvida, recorrer a Ouvidoria da ANEEL (telefone 167) é ainda um serviço pouco utilizado. Em 2012 foram feitas somente 84.720 reclamações, de um total de 72 milhões de unidades consumidoras. Para alguns,  como resultado das informações repassadas a Agência pelos reclamantes, usar mais a Ouvidoria poderia trazer benefícios ao consumidor com a melhoria da qualidade do serviço.

A ação cidadã de cobrar sempre por um melhor serviço, neste caso, essencial e muito caro, deve ser incentivada e facilitada a população. Todavia é plenamente justificado esta pouca procura aos orgãos de controle e fiscalização pelo descrédito destes orgãos. Lamentavelmente, como resultado das reclamações, não têm acontecido a desejada melhoria do serviço.  Reclamações tem aumentado nos útimos anos e os serviços piorados.

Até acontece a penalização das empresas, sempre com anúncios bombásticos e midiáticos, com a aplicação de multas,  mas raramente executadas efetivamente, pois o recolhimento  aos cofres públicos são protelados, com inúmeros meios jurídicos a disposição das companhias. Em contrapartida, os benefícios e a premiação das distribuidoras são constantes. Para este setor o Brasil é o paraíso, um capitalismo sem risco, tais os benefícios que as empresas distribuidoras auferem.

Com contratos bastante favoráveis da época da privatização, as distribuidoras, em troca da remuneração do capital aplicado, teriam a obrigação de oferecer um serviço confiável e de qualidade. Mas nada disso está ocorrendo, como aponta o Índice Aneel de Satisfação do Consumidor (IASC) divulgado no início do ano. Notas de 0 a 100 são dados pelos consumidores das 63 empresas concessionárias de distribuição de eletricidade. Na média, a avaliação piorou, passando de 64,41 em 2011, para 61,51 em 2012.

Em Pernambuco, a situação local é um exemplo do que esta acontecendo nacionalmente com relação a deterioração dos serviços  elétricos prestados a população. A Companhia Energética de Pernambuco (CELPE), segundo o ranking IASC, das 32 maiores empresas distribuidoras passou da 4a posição em 2011, para a 16a posição em 2012. Já em 2013, desde o inicio do ano, as interrupções no fornecimento elétrico, chamado de “apaguinhos”, tornaram constantes em todo o Estado. O que levou a empresa a ser apelidada jocosamente de “vaga-lume”.

O mais preocupante para o usuário pernambucano foi a conclusão do recente relatório divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontando a incapacidade (falta de infra estrutura e de pessoal) da Agência de Regulação de Pernambuco (ARPE) em ficalizar e monitorar a CELPE. É um convênio com a ANEEL que delega a ARPE a ficalização e o monitoração dos serviços elétricos prestados a população.

Mesmo o consumidor tendo acesso aos valores apurados e as metas dos indicadores de duração (DEC) e da frequência (FEC) das interrupções no fornecimento de eletricidade de sua residência, que vem estampado na conta de luz, persiste inúmeras dúvidas sobre a eficacidade destes instrumentos de controle de qualidade. Em Pernambuco, mesmo com o funcionamento “vaga-lume” da concessionária, tais indices são imutáveis, segundo reclamos informais.

Caberia sim a quem de direito, verificar porque as  mudanças nos valores apurados para a duração e a frequência individual de interrupções não são representados na conta de luz, mesmo acontecendo naquele mês um aumento da duração e da frequência na falta de eletricidade, em relação ao mês anterior.

O que está em jogo é a credibilidade de tais índices, que em última instância, permitiria ao consumidor ser ressarcido caso ultrapassassem as metas estipuladas pela ANEEL.

Portanto, reclamar, teoricamente ajudaria em muito melhorar o serviço público em geral, inclusive o fornecimento de eletricidade. Mas a questão é que o “buraco” é mais em baixo.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

SEMINÁRIO BUSCA VALORIZAR E CONTRIBUIR COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA PESCA ARTESANAL NO ESTADO.

A pesca artesanal, importante atividade para a economia e o desenvolvimento social de Pernambuco, ainda não possui uma política de assistência técnica que a fortaleça no estado. Com o intuito de reverter esse quadro, no próximo dia 27 de maio, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), será realizado o I Seminário da Pesca Artesanal e Assistência Técnica do Estado de Pernambuco. O evento, que é uma iniciativa do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP) junto à UFRPE e a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), contribuirá com a elaboração de propostas para construção de um projeto estratégico para assistência técnica apropriada à essa cadeia produtiva em nível estadual. 
A realização do encontro insere-se em um contexto maior para a afirmação da atividade tradicional pesqueira no estado. Historicamente, o governo brasileiro nunca valorizou o conhecimento de pescadores/as artesanais, e em Pernambuco não é diferente. Eles são considerados improdutivos, apesar das estatísticas mostrarem outra realidade. Sua produção é superior a da pesca industrial em termos de volume, sendo responsável por mais de 50% do pescado no mercado brasileiro. A pesca artesanal também supre grande parte das demandas das próprias comunidades pesqueiras e abastece inúmeras outras, através da comercialização, troca e solidariedade.
 
Por ser uma atividade milenar, esse tipo de produção guarda conhecimentos e técnicas que garantem a sustentabilidade dos estoques pesqueiros. Além disso, sua diversificação e qualidade atuam sobre recursos de alto valor de mercado e nutritivo. A pesca artesanal ainda trabalha com bases sustentáveis que garantem segurança nutricional e com capacidade de promover a soberania alimentar.
O Seminário estará aberto para todos que tiverem interesse em debater a realidade da pesca artesanal no estado. Essas discussões visam valorizar e colaborar com o fortalecimento dessa atividade tradicional, respeitando sua cultura e o território onde é praticada. A partir dos dados existentes sobre a produção artesanal, debater uma política para a assistência técnica da atividade em Pernambuco mostra-se possível e urgente.
I
nformações:
 Local: Auditório do Salão Nobre da UFRPE - Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois irmãos, Recife, Data e horário: 16h, 27 de maio de 2013.

Programação:
16hs – Mesa de abertura (UFRPE, CPP, FUNDAJ)
16h30min – A política Nacional de ATER e a Pesca Artesanal em Pernambuco
Expositora: MsC. Adriane Lobos – Emater Pelotas/RS
Debatedor: Dr. Cristiano W.N. Ramalho – UFS/UFRPE
Coordenador: Dr. Ângelo Brás – UFRPE
18h30min: lanche e encerramento do dia.

O Seminário tem como propositores e organizadores: O Conselho Pastoral dos Pescadores – CPP/NE II, O Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural e Desenvolvimento Local – POSMEX/UFRPE; O Núcleo de Estudo em Agroecologia e Gênero – NEGA/UFPE; O Núcleo de Estudos, Pesquisa e Práticas Agroecologicas do semiárido – NEPPAS/UAST/UFRPE; e a Coordenação-Geral de Estudos Ambientais e da Amazonas – CGEA/FUNDAJ.


Contatos:
cppne@hotmail.com, tarcisio.quinamo@fundaj.gov.br, huldastadtler@oi.com.br

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Comissão para a Caridade, Justiça e Paz do Vicariato Cabo realiza primeiro encontro

justiça e paz - cabo
Agentes de pastorais sociais das Paróquias do Vicariato Cabo se encontraram no último sábado 6 de abril, no Centro Social Armínio Guilherme, juntamente com o presidente da  Comissão de Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, padre Nilton Francisco. Os participantes debateram sobre suas realidades pastorais e organizaram a programação para a realização de uma Semana Social, que acontecerá na primeira semana de outubro deste ano.
O padre Nilton, lembrou aos participantes que a formação começa através dos líderes, bem como, o compromisso de transmitir aos demais agentes aquilo que aprenderam.
Fonte: Pascom Santo Antonio – Cabo

sexta-feira, 22 de março de 2013

Semana Santa: Arquidiocese se prepara para celebrar o ápice da fé cristã

Cheia de significado e fé, a Semana Santa é para os católicos momento para a reflexão e conversão. A Páscoa, maior gesto de amor pela humanidade, é o centro da vida da Igreja. Tudo brota do Mistério Pascal. O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, presidirá as celebrações da Semana Santa na Igreja Catedral, Sé de Olinda, com uma exceção. O arcebispo escolheu a unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), em Abreu e Lima, para a Missa da Ceia do Senhor/Lava-pés realizada na Quinta-feira Santa, 28, a partir das 15h.
“A Campanha da Fraternidade 2013 tem como tema a Juventude e é preciso ultrapassar os muros das igrejas e ir ao encontro dos jovens reféns das drogas, do crime e marginalizados”, ressaltou Dom Fernando. Na ocasião, o religioso repetirá o gesto de humildade de Jesus e lavará os pés de 12 internos da Funase.
A abertura da Semana Santa acontecerá no próximo dia 24, Domingo de Ramos. A partir das 8h30, o arcebispo seguirá com os fiéis na Procissão de Ramos. O ato simboliza a chegada de Jesus a Jerusalém, recebido com muita festa dias antes de ser crucificado. O cortejo sairá da Academia Santa Gertrudes, na Ladeira da Misericórdia, até a Igreja Catedral, Sé de Olinda, onde será celebrada a missa.
PQAAAPbLfXQgVcO2pNA4RHxngAkLwbyhnG7uqh4aaFQ0SE624g-KVKLw4yuld5clEVdX5q5fuBw7AszjXHuX3Y3IVGAAm1T1UOyOrJpznjyAOzTr_BsZyAV55MOkNa quinta-feira, 28, há duas celebrações. A primeira delas será às 9h. Trata-se da Missa dos Santos Óleos. Dom Fernando e todo o clero se reúne para abençoar o óleo feito de oliveira, que será utilizado durante o ano nas 109 paróquias da arquidiocese na administração dos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos. Na celebração também acontece a renovação dos votos sacerdotais.
À tarde, o religioso seguirá para a Funase, em Abreu e Lima, onde celebrará a Missa da Ceia do Senhor. Na Igreja Catedral, assim como nas paróquias da arquidiocese, também será realizada a celebração. A missa na Sé terá a presidência do cura da catedral, monsenhor José Albérico de Almeida, a partir das 17h. A Sexta-feira Santa, 29, é o único dia no ano, em que não se realizam missas em nenhuma Igreja Católica, neste dia acontece a Celebração da Paixão. Às 15h, a Igreja realiza uma liturgia composta por Celebração da Palavra (Leituras de Salmos e do Evangelho da Paixão), Oração Universal da Igreja, Exaltação da Santa Cruz e Comunhão dos fiéis. Em seguida, os fiéis participam da Procissão do Senhor Morto, que percorrerá as ruas do Sítio Histórico da cidade.
O Sábado de Aleluia, 30, é um momento de espera. Todos aguardam a ressurreição de Jesus. Os fiéis participam da Vigíla Pascal, que é antecedida pela bênção do fogo e do Círio Pascal, representando a luz de Cristo. As portas da igreja permanecem fechadas e as luzes apagadas. Durante a celebração, os católicos renovam as promessas do Batismo. Logo após, a missa segue os ritos tradicionais.
Na alegria da Ressurreição de Cristo, no Domingo de Páscoa, 31, Dom Saburido celebra Missa às 9h. A partir da data, a Igreja inicia o período Pascal com duração de 50 dias, encerrando-se com a Festa de Pentecostes.
Da Assessoria de Comunicação AOR