Evento visa capacitar pessoas para vivência samaritana.
No dia 15 de setembro, quarta-feira, no Centro Comunitário Salesiano, será realizado o mini-curso: Dimensão Solidária da Pastoral da Saúde. O evento organizado pela Pastoral da Saúde Setores Residencial e Morros dos Vicariatos Centro e Oeste respectivamente inicia-se às 14h:00 e irá até às 18h:00.
O Mini-curso visa capacitar pessoas para a vivência e a presença samaritana junto aos doentes e sofredores em instituições de saúde, nas famílias, nas comunidades e nas realidades da não habitação, buscando atender a pessoa integralmente nos aspectos físico, psíquico, social e espiritual.
O público-alvo são agentes e futuros agentes de Pastoral da Saúde e Ministros Extraordinários da Eucaristia das seguintes paróquias: Paróquia do Arraial, Paróquia de Casa Forte, Paróquia do Espinheiro, Paróquia das Graças, Paróquia da Madalena, Paróquia da Torre, Paróquia de Apipucos, Paróquia da Macaxeira, Paróquia da Mangabeira, Paróquia do Morro da Conceição, Paróquia de Nova Descoberta, Paróquia de Santo Isabel e Paróquia do Vasco da Gama.
O Centro Comunitário Salesiano fica próximo à Igreja do Arraial (Harmonia) localizada na Estrada do Arraial, Casa Amarela. A taxa de inscrição para o Mini-curso é de R$ 5,00 reais e a reserva das vagas pode ser feita pelo telefone (81) 3453-4958 das 07h00 às 12h00 ou através do site da Pastoral da Saúde na parte de Eventos da Pastoral.
Pastorais que estão incseridas na comissão
- Início
- Pastoral da Sobriedade
- Oficina de Emoções
- Pastoral da Criança
- Pastoral da Saúde
- Pastoral Carcerária
- Pastoral da Pessoa Idosa
- Comissão Pastoral dos Pescadores
- Pastoral da AIDS
- Movimento Pró-Criança
- Pastoral do Menor - PAMEN
- Pastoral do Povo de Rua - PPR
- Pastoral dos Surdos
- Sociedade São Vicente de Paulo
- Fundação Perrone
- FINALIDADE DA COMISSÃO
- MISSÃO
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Campanha Nacional pelo da Propriedade da Terra
Criada em 2000 pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA), a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra: em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar, é uma ação de conscientização e mobilização da sociedade brasileira para incluir na Constituição Federal um novo inciso que limite às propriedades rurais em 35 módulos fiscais. Áreas acima dos 35 módulos seriam automaticamente incorporadas ao patrimônio público.
O módulo fiscal é uma referência, estabelecida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), que define a área mínima suficiente para prover o sustento de uma família de trabalhadores e trabalhadoras rurais. Ele varia de região para região e é definido para cada município a partir da análise de várias regras, como por exemplo, a situação geográfica, qualidade do solo, o relevo e condições de acesso. A aprovação da emenda afetaria somente pouco mais que 50 mil proprietários de terras.
A introdução desta medida resultaria numa disponibilidade imediata de mais de 200 milhões de hectares de terra para as famílias acampadas, sem despender recursos públicos para a indenização dos proprietários. Esses recursos são hoje gastos em processos desapropriatórios e que poderiam ser empregados no apoio à infra-estrutura, ao crédito subsidiado e à assistência técnica para os assentamentos.
De acordo com os últimos dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) em 2006, no Brasil, 2,8% das propriedades rurais são latifúndios e ocupam mais da metade de extensão territorial agricultável do país (56,7%). Em contrapartida as pequenas propriedades representam 62,2% dos imóveis e ocupam apenas 7,9% da área total.
Vale lembrar que mais de 70% dos alimentos produzidos para os brasileiros provém da agricultura camponesa, uma vez que a lógica econômica agrária tem como base a exportação, principalmente da soja, da cana-de-açúcar e do eucalipto. O Brasil tem a segunda maior concentração da propriedade fundiária do planeta.
Diante da realidade do campo, vários segmentos sociais se mobilizam para conquistar seus direitos. O papel da Campanha é exigir a obrigação do Estado em garantir esse direito à propriedade da terra a todos os brasileiros e brasileiras que dela tiram seu sustento. Além disso, a Campanha também está engajada na luta contra o agronegócio e o hidronegócio no Brasil, que destroem o meio ambiente, a biodiversidade e desabrigam milhares de trabalhadores rurais, quilombolas, indígenas e comunidades ribeirinhas.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
CONVITE
Arquidiocese de Olinda e Recife
Comissão para o serviço da caridade, da justiça e da Paz.
Dom Fernando Saburido, OSB vai ao Grito dos ExcluídosA 16ª edição do Grito dos Excluídos no Recife, marcado para 7 de setembro (próxima terça-feira), terá a presença de dom Antônio Fernando Saburido. O líder da igreja católica em 19 municípios do Estado estará na concentração, na Praça Oswaldo Cruz, ás 9h, na Boa Vista, e cumprirá uma parte do percurso, que seguirá pela Avenida Conde da Boa Vista até o Pátio do Carmo, no Centro da capital. Dom Fernando convida todas as liderenças católicas para participaram deste ato público em defesa da VIDA. “A igreja tem que ser solidária e ter sensibilidade com os problemas sociais”, argumentou o arcebispo. SUA PRESENÇA IRÁ FAZER A DIFERENÇA! CONTAMOS COM VOCÊ! AJUDE NA DIVULGAÇÃO. (IR COM AS CAMISAS DAS PASTORAIS)
Comissão para o serviço da caridade, da justiça e da Paz.
Dom Fernando Saburido, OSB vai ao Grito dos ExcluídosA 16ª edição do Grito dos Excluídos no Recife, marcado para 7 de setembro (próxima terça-feira), terá a presença de dom Antônio Fernando Saburido. O líder da igreja católica em 19 municípios do Estado estará na concentração, na Praça Oswaldo Cruz, ás 9h, na Boa Vista, e cumprirá uma parte do percurso, que seguirá pela Avenida Conde da Boa Vista até o Pátio do Carmo, no Centro da capital. Dom Fernando convida todas as liderenças católicas para participaram deste ato público em defesa da VIDA. “A igreja tem que ser solidária e ter sensibilidade com os problemas sociais”, argumentou o arcebispo. SUA PRESENÇA IRÁ FAZER A DIFERENÇA! CONTAMOS COM VOCÊ! AJUDE NA DIVULGAÇÃO. (IR COM AS CAMISAS DAS PASTORAIS)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Paróquia de Nossa Senhora do Rosário - Muribeca dos Guararapes
sábado, 28-08-2010, conjunto muribeca, VIGILIA na capela de santa terezinha.
domingo, 29-08-2010, conjunto muribeca, ARRASTÃO para a juventude, música, fé e lazer.
Até quando seremos discriminados? Perguntam os moradores, comerciantes e cidadãos que têm as localidades periféricas como morada na região metropolitana de Recife-PE. As periferias narradas por aqueles que nela nunca tiveram sempre se reduz à miséria, violência, pobreza e insegurança. Esse cenário imaginado acaba se constituindo em problemas para os moradores de bairros periféricos, pois não somente a localidade, mas também eles passam a ser percebidos pelo olhar da suspeita e medo.
Numa cidade marcada pelo medo e insegurança morar numa localidade reconhecida como “perigosa” e “violência” se traduz num drama social para muitos moradores. Cotidiamente, acabam sofrendo humilhações sociais, tais como desconsideração, gozações e zombarias e injurias pelo fato de morarem em determinado localidade, até mesmo podem perder a possibilidade de um emprego.
A sua circulação a noite, já restringida pelo deficiente transporte público, é mais ainda limitada pela “má-fama” da localidade. Muitos táxis, por exemplo, se recusam a fazer serviços para determinados lugares da cidade. Imagine solicitar serviços de fast foods - isso para aqueles que podem pagar, um sonho, pois a “geografia do medo” excluí esses espaços da possibilidade de atendimento.
Essa “geografia do medo”, também precariza o acesso a serviços públicos, visto que profissionais da saúde, educação, etc. passam, diante da expectativa do medo, a não ir para esses lugares. Geralmente os profissionais mais experientes e qualificados, acabam buscando os locais de trabalhos mais centrais.
Os moradores são prejudicados por uma fama que não ajudaram a construir e que não representam nem 1% da população do bairro, passam ser julgados pela “imagem social” que não foi construída pela totalidade do bairro. Até mesmo, nos bairros onde os moradores argumentam ter ocorrido uma redução da violência, a sensação reconhecida da cidade marcada pelo medo continua a apontá-los como “lugares de perigo”.
Não se quer dizer que nesses bairros não haja violência e que não estejam sendo controlados por traficantes e gangues, apenas se deseja apontar que esse reconhecimento não se traduz em construção de políticas que possam inverter essa realidade vivida por esses bairros, mas num aprofundamento do preconceito e discriminação. Assim, os moradores, além de vítimas da violência, seja sofrendo ou perdendo amigos ou parentes nela, novamente se tornam vítimas daquela pelo fato de morarem no lugar onde ela mais ocorre no contexto da cidade, passando assim a ser reconhecido como “espaço do criminoso”, “do perigo”.
Não importa o que dizem os moradores sobre o lugar onde vivem, acabam sendo avaliados pela “má-fama” do bairro e vivendo na pele os efeitos negativos desse fenômeno chamado violência.
Por tudo isso, as Políticas de Segurança desenvolvidas pelos poderes públicos não podem negligenciar essa problemática, precisam não tão-somente prevenir e combater a criminalidade, mas pensar uma estratégia que quebre com o processo de estigmatização de determinados lugares da cidade, que afete centralmente direitos civis dos moradores desses lugares.
Portanto, nossa Vigília por uma Juventude de Paz é um gesto concreto de nossa Igreja, pois “só quem reconhece a Deus, conhece a realidade e pode responder a ela de modo adequado e realmente humano” (Papa Bento XVI).
domingo, 29-08-2010, conjunto muribeca, ARRASTÃO para a juventude, música, fé e lazer.
Até quando seremos discriminados? Perguntam os moradores, comerciantes e cidadãos que têm as localidades periféricas como morada na região metropolitana de Recife-PE. As periferias narradas por aqueles que nela nunca tiveram sempre se reduz à miséria, violência, pobreza e insegurança. Esse cenário imaginado acaba se constituindo em problemas para os moradores de bairros periféricos, pois não somente a localidade, mas também eles passam a ser percebidos pelo olhar da suspeita e medo.
Numa cidade marcada pelo medo e insegurança morar numa localidade reconhecida como “perigosa” e “violência” se traduz num drama social para muitos moradores. Cotidiamente, acabam sofrendo humilhações sociais, tais como desconsideração, gozações e zombarias e injurias pelo fato de morarem em determinado localidade, até mesmo podem perder a possibilidade de um emprego.
A sua circulação a noite, já restringida pelo deficiente transporte público, é mais ainda limitada pela “má-fama” da localidade. Muitos táxis, por exemplo, se recusam a fazer serviços para determinados lugares da cidade. Imagine solicitar serviços de fast foods - isso para aqueles que podem pagar, um sonho, pois a “geografia do medo” excluí esses espaços da possibilidade de atendimento.
Essa “geografia do medo”, também precariza o acesso a serviços públicos, visto que profissionais da saúde, educação, etc. passam, diante da expectativa do medo, a não ir para esses lugares. Geralmente os profissionais mais experientes e qualificados, acabam buscando os locais de trabalhos mais centrais.
Os moradores são prejudicados por uma fama que não ajudaram a construir e que não representam nem 1% da população do bairro, passam ser julgados pela “imagem social” que não foi construída pela totalidade do bairro. Até mesmo, nos bairros onde os moradores argumentam ter ocorrido uma redução da violência, a sensação reconhecida da cidade marcada pelo medo continua a apontá-los como “lugares de perigo”.
Não se quer dizer que nesses bairros não haja violência e que não estejam sendo controlados por traficantes e gangues, apenas se deseja apontar que esse reconhecimento não se traduz em construção de políticas que possam inverter essa realidade vivida por esses bairros, mas num aprofundamento do preconceito e discriminação. Assim, os moradores, além de vítimas da violência, seja sofrendo ou perdendo amigos ou parentes nela, novamente se tornam vítimas daquela pelo fato de morarem no lugar onde ela mais ocorre no contexto da cidade, passando assim a ser reconhecido como “espaço do criminoso”, “do perigo”.
Não importa o que dizem os moradores sobre o lugar onde vivem, acabam sendo avaliados pela “má-fama” do bairro e vivendo na pele os efeitos negativos desse fenômeno chamado violência.
Por tudo isso, as Políticas de Segurança desenvolvidas pelos poderes públicos não podem negligenciar essa problemática, precisam não tão-somente prevenir e combater a criminalidade, mas pensar uma estratégia que quebre com o processo de estigmatização de determinados lugares da cidade, que afete centralmente direitos civis dos moradores desses lugares.
Portanto, nossa Vigília por uma Juventude de Paz é um gesto concreto de nossa Igreja, pois “só quem reconhece a Deus, conhece a realidade e pode responder a ela de modo adequado e realmente humano” (Papa Bento XVI).
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Artigo: O valor do votoArtigo: O valor do voto
A minha palavra é destinada a todos os diocesanos e às pessoas cidadãs, de boa vontade, querendo assim contribuir para a vida do nosso povo no momento tão especial como estamos agora vivendo, com a chegada das Eleições. Faço isto vendo a grande importância da participação política dos cristãos na vida social, para construir uma sociedade fraterna, justa e solidária.
É importante acompanhar o processo político, vendo de perto o perfil dos candidatos para criar consciência e responsabilidade, ajudando assim nos destinos do País e do Estado. Sabemos que o papel do eleitor vai além do seu voto. Começa pelo conhecimento dos candidatos, sua vida, atuação, propostas e posturas apresentadas. Continua depois, acompanhando a gestão dos que forem eleitos.
A sociedade almeja uma ética na política e uma coerência dos políticos. Não é por acaso que tivemos a iniciativa popular para criar a Lei chamada "Ficha Limpa". Para que ela seja aplicada, efetivamente, é preciso haver uma mudança de mentalidade e de ação, tendo em vista uma política marcada por princípios e valores éticos fundamentais para o povo.
A Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja, seguramente credenciadas por uma prática histórica milenar, podem dar fundamentos para isto. Aí os candidatos devem buscar os critérios de ação, dando aos eleitores as bases para o exercício da cidadania para um voto consciente e comprometido podendo, dentro do processo, agir com corresponsabilidade.
Alguns dados devem ser identificados nos candidatos, sem os quais não merecem o sufrágio dos cidadãos cristãos. Um deles é se defendem a vida, da concepção até a morte natural, já que a vida é o maior dom que todos temos. Não merece o nosso voto quem tem iniciativas contra a dignidade das pessoas e das famílias, defendendo o aborto e a eutanásia.
Quando a pessoa governa, deve ter em mente o bem comum, olhando para os mais pobres, promovendo uma sociedade mais fraterna e em condição de todos terem vida com dignidade. Para isto deve cuidar da saúde, educação, moradia, trabalho e justiça social. Os interesses do povo precisam estar acima dos particulares. É bom candidato quem é comprometido com o bem comum.
Olhar também o comportamento ético dos candidatos: sua honestidade, competência, transparência, vontade de servir o bem comum, idoneidade moral e suas propostas de ação política. As propagandas podem ocultar os interesses particulares do candidato. Olhar se seu histórico não é de corrupção e de má gestão, de "ficha suja" e de uso da máquina pública para fins eleitoreiros.
Não transformar o voto em mercadoria. Ele não pode ser vendido. Tanto quem compra, como quem vende, é corrupto. É atitude que deve ser denunciada à Comissão Contra a Corrupção Eleitoral, da Lei 9840, que deve tomar as devidas providências. Diante de tudo isto, suplico a Deus para iluminar e abençoar a todos, candidatos e eleitores, nessas próximas Eleições.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto, SP
(Texto difundido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBBB, na última segunda-feira).
É importante acompanhar o processo político, vendo de perto o perfil dos candidatos para criar consciência e responsabilidade, ajudando assim nos destinos do País e do Estado. Sabemos que o papel do eleitor vai além do seu voto. Começa pelo conhecimento dos candidatos, sua vida, atuação, propostas e posturas apresentadas. Continua depois, acompanhando a gestão dos que forem eleitos.
A sociedade almeja uma ética na política e uma coerência dos políticos. Não é por acaso que tivemos a iniciativa popular para criar a Lei chamada "Ficha Limpa". Para que ela seja aplicada, efetivamente, é preciso haver uma mudança de mentalidade e de ação, tendo em vista uma política marcada por princípios e valores éticos fundamentais para o povo.
A Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja, seguramente credenciadas por uma prática histórica milenar, podem dar fundamentos para isto. Aí os candidatos devem buscar os critérios de ação, dando aos eleitores as bases para o exercício da cidadania para um voto consciente e comprometido podendo, dentro do processo, agir com corresponsabilidade.
Alguns dados devem ser identificados nos candidatos, sem os quais não merecem o sufrágio dos cidadãos cristãos. Um deles é se defendem a vida, da concepção até a morte natural, já que a vida é o maior dom que todos temos. Não merece o nosso voto quem tem iniciativas contra a dignidade das pessoas e das famílias, defendendo o aborto e a eutanásia.
Quando a pessoa governa, deve ter em mente o bem comum, olhando para os mais pobres, promovendo uma sociedade mais fraterna e em condição de todos terem vida com dignidade. Para isto deve cuidar da saúde, educação, moradia, trabalho e justiça social. Os interesses do povo precisam estar acima dos particulares. É bom candidato quem é comprometido com o bem comum.
Olhar também o comportamento ético dos candidatos: sua honestidade, competência, transparência, vontade de servir o bem comum, idoneidade moral e suas propostas de ação política. As propagandas podem ocultar os interesses particulares do candidato. Olhar se seu histórico não é de corrupção e de má gestão, de "ficha suja" e de uso da máquina pública para fins eleitoreiros.
Não transformar o voto em mercadoria. Ele não pode ser vendido. Tanto quem compra, como quem vende, é corrupto. É atitude que deve ser denunciada à Comissão Contra a Corrupção Eleitoral, da Lei 9840, que deve tomar as devidas providências. Diante de tudo isto, suplico a Deus para iluminar e abençoar a todos, candidatos e eleitores, nessas próximas Eleições.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto, SP
(Texto difundido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBBB, na última segunda-feira).
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Arquidiocese, OAB-PE e Unicap lançam Comitê contra a Corrupção Eleitoral
Na próxima quinta-feira, dia 12, será lançado oficialmente, em Pernambuco, o Comitê Contra a Corrupção Eleitoral - Lei 9840. O projeto é uma parceria da Arquidiocese de Olinda e Recife, Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Pernambuco (OAB-PE) e Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). O Comitê funcionará como um local de atendimento aos eleitores tanto para a orientação sobre legislação eleitoral, quanto para receber denúncias de irregularidades cometidas durante a campanha deste ano.
O Comitê funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30 no Núcleo de Práticas Jurídicas da Unicap (ASTEPI), localizado próximo à Universidade, na Boa Vista. O atendimento aos eleitores poderá ser feito pessoalmente, por telefone e por e-mail. Após receber as denúncias, os estudantes e advogados da ASTEPI encaminharão as mesmas para a OAB-PE, que fará a formalização das queixas e encaminhará ao Ministério Público e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
O lançamento do Comitê - que acontecerá às 14h no auditório G1 da Unicap - deverá reunir representantes do Poder Judiciário, dos partidos políticos e da sociedade civil. Paralelamente, até o dia 03 de outubro, data do primeiro turno das Eleições 2010, também serão distribuídas no Comitê as cartilhas "Vote Limpo", produzidas pela OAB-PE. As paróquias também ajudarão na divulgação do Comitê com avisos constantes após as missas.
Para o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido - que trouxe a ideia de sua antiga diocese - a campanha terá muito sucesso. "Essa experiência eu já vivia lá em Sobral (CE), nas eleições montávamos o comitê. O que foi muito positivo. Não será diferente aqui, isso mostra que a Igreja está atenta as discussões atuais e é solidária com o povo, ajudando a fomentar as discussões sobre política e promovendo a conscientização, além de combater os crimes eleitorais como a compra de voto", declarou o arcebispo.
Serviço:
Lançamento do Comitê Contra Corrupção Eleitoral - Lei 9840
Local: Universidade Católica de Pernambuco, auditório G1
Horário: 14h
FONTE: Pascom/AOR
O Comitê funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30 no Núcleo de Práticas Jurídicas da Unicap (ASTEPI), localizado próximo à Universidade, na Boa Vista. O atendimento aos eleitores poderá ser feito pessoalmente, por telefone e por e-mail. Após receber as denúncias, os estudantes e advogados da ASTEPI encaminharão as mesmas para a OAB-PE, que fará a formalização das queixas e encaminhará ao Ministério Público e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
O lançamento do Comitê - que acontecerá às 14h no auditório G1 da Unicap - deverá reunir representantes do Poder Judiciário, dos partidos políticos e da sociedade civil. Paralelamente, até o dia 03 de outubro, data do primeiro turno das Eleições 2010, também serão distribuídas no Comitê as cartilhas "Vote Limpo", produzidas pela OAB-PE. As paróquias também ajudarão na divulgação do Comitê com avisos constantes após as missas.
Para o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido - que trouxe a ideia de sua antiga diocese - a campanha terá muito sucesso. "Essa experiência eu já vivia lá em Sobral (CE), nas eleições montávamos o comitê. O que foi muito positivo. Não será diferente aqui, isso mostra que a Igreja está atenta as discussões atuais e é solidária com o povo, ajudando a fomentar as discussões sobre política e promovendo a conscientização, além de combater os crimes eleitorais como a compra de voto", declarou o arcebispo.
Serviço:
Lançamento do Comitê Contra Corrupção Eleitoral - Lei 9840
Local: Universidade Católica de Pernambuco, auditório G1
Horário: 14h
FONTE: Pascom/AOR
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Pastoral da Saúde e UFPE firmam parceria e lançam projeto piloto em Recife
Caríssimos irmãos e irmãs,
No próximo domingo dia 08 de agosto, às 17h00min, a Pastoral da Saúde da Arquidiocese de Olinda e Recife, a Paróquia Bom Jesus do Arraial e a Universidade Federal de Pernambuco estarão lançando oficialmente o projeto “Rua Ideal – Comunidade Saudável”, em Casa Amarela.
O projeto irá elaborar com a população local alternativas viáveis para que o desenvolvimento do bairro aconteça de forma sustentável, bem como melhorar a qualidade de vida das pessoas e estimular que o poder público, a iniciativa privada e os próprios moradores criem caminhos e parcerias com vistas a uma comunidade saudável. Várias reuniões já aconteceram com moradores do bairro, integrantes de movimentos da paróquia e da Pastoral da Saúde.
A parceria terá a coordenação acadêmica das professoras Maria do Carmo Pimentel e Fernanda Villarouco, ambas do Centro de Ciências Biológicas da UFPE; a coordenação paroquial/ comunitária será do padre Josivan Sales (paróquia), de Vandson Holanda (Pastoral da Saúde AOR) e do prof. Sérgio Carvalho (Pastoral da Saúde paroquial).
O projeto “Rua Ideal – Comunidade Saudável” será desenvolvido em fases, sendo uma rua da paróquia a cada etapa, com o objetivo estratégico de melhorar em cada momento os resultados alcançados e a mobilização comunitária. Serão foco desse piloto arquidiocesano apenas as ruas da região paroquial do Bom Jesus do Arraial (antigo bairro Arraial Velho e hoje parte do bairro de Casa Amarela).
No primeiro momento serão capacitados 30 multiplicadores/ moradores da Rua Arnoldo Magalhães e suas duas travessas (próximo ao Sítio Trindade). Serão desenvolvidas de forma participativa oficinas, pesquisas, fóruns, planos estratégicos e outras atividades com vistas ao êxito dos trabalhos. Os trinta multiplicadores devem ser moradores da rua beneficiada da etapa ao passo que terão o compromisso de repassar o conhecimento e experiências adquiridas.
Professores e estudantes de vários departamentos da UFPE participarão do projeto.
O lançamento da parceria será logo após a missa das 17h00min do domingo 08 de agosto no salão paroquial (Estrada do Arraial, sn, Casa Amarela, Recife - PE) e contará com a participação de professores da universidade e de diretores da pró-reitoria de extensão.
Para mais informações,
Secretaria Paroquial/ Pe. Josivan Sales
3268-4911
Vandson Holanda
(vandsonholanda@uol.com.br)
Profa. Maria do Carmo (Coordenadora acadêmica do Projeto / Centro de Ciências Biológicas)
2126-8355/ 8540 (UFPE)
No próximo domingo dia 08 de agosto, às 17h00min, a Pastoral da Saúde da Arquidiocese de Olinda e Recife, a Paróquia Bom Jesus do Arraial e a Universidade Federal de Pernambuco estarão lançando oficialmente o projeto “Rua Ideal – Comunidade Saudável”, em Casa Amarela.
O projeto irá elaborar com a população local alternativas viáveis para que o desenvolvimento do bairro aconteça de forma sustentável, bem como melhorar a qualidade de vida das pessoas e estimular que o poder público, a iniciativa privada e os próprios moradores criem caminhos e parcerias com vistas a uma comunidade saudável. Várias reuniões já aconteceram com moradores do bairro, integrantes de movimentos da paróquia e da Pastoral da Saúde.
A parceria terá a coordenação acadêmica das professoras Maria do Carmo Pimentel e Fernanda Villarouco, ambas do Centro de Ciências Biológicas da UFPE; a coordenação paroquial/ comunitária será do padre Josivan Sales (paróquia), de Vandson Holanda (Pastoral da Saúde AOR) e do prof. Sérgio Carvalho (Pastoral da Saúde paroquial).
O projeto “Rua Ideal – Comunidade Saudável” será desenvolvido em fases, sendo uma rua da paróquia a cada etapa, com o objetivo estratégico de melhorar em cada momento os resultados alcançados e a mobilização comunitária. Serão foco desse piloto arquidiocesano apenas as ruas da região paroquial do Bom Jesus do Arraial (antigo bairro Arraial Velho e hoje parte do bairro de Casa Amarela).
No primeiro momento serão capacitados 30 multiplicadores/ moradores da Rua Arnoldo Magalhães e suas duas travessas (próximo ao Sítio Trindade). Serão desenvolvidas de forma participativa oficinas, pesquisas, fóruns, planos estratégicos e outras atividades com vistas ao êxito dos trabalhos. Os trinta multiplicadores devem ser moradores da rua beneficiada da etapa ao passo que terão o compromisso de repassar o conhecimento e experiências adquiridas.
Professores e estudantes de vários departamentos da UFPE participarão do projeto.
O lançamento da parceria será logo após a missa das 17h00min do domingo 08 de agosto no salão paroquial (Estrada do Arraial, sn, Casa Amarela, Recife - PE) e contará com a participação de professores da universidade e de diretores da pró-reitoria de extensão.
Para mais informações,
Secretaria Paroquial/ Pe. Josivan Sales
3268-4911
Vandson Holanda
(vandsonholanda@uol.com.br)
Profa. Maria do Carmo (Coordenadora acadêmica do Projeto / Centro de Ciências Biológicas)
2126-8355/ 8540 (UFPE)
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